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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Semana Adolf Hitler do site Segunda Guerra Filmes Download

INFORMAÇÕES DO ARQUIVO
Áudio: Português
Tamanho: 1,70 GB
Formato: AVI
Qualidade: DvdRip
INFORMAÇÕES DO FILME
Ano de Lançamento: 2009
Gênero: Documentario
Duração: 235 Minutos
Sinopse: Nuremberg: O Julgamento de Hermann Goering – Parte2
Este documentrio de duas partes apresenta a dramática história do julgamento que colocou o promotor público Robert Jackson frente a frente com 21 reus nazistas. O mais famoso entre os nazistas era Hermann Goering, ex-chefe da força aréa alemão, que se tornou um de seus confidentes mais intimos. Como Goering conseguiu desafiar seu inimigo na tentativa de escapar de ser punido?
 
(só clicar no nome dos filmes que você sera redimencionado para o download do filme)

Fonte: Segunda Guerra Filmes Download

Posted by Charles...

terça-feira, 17 de novembro de 2009

20 anos da queda do Muro de Berlim: confira filmes e livros que retratam a divisão da Alemanha

Confira a lista de filmes, alguns até conteem trailler...
Matéria publicada no site zerohora.com

Clique aqui...

by Charles...

'Operação Rosa’ levou apenas 5 horas para dividir Berlim com arame farpado

Muro foi construído numa madrugada de domingo para ser surpresa.


Separação visava evitar fugas do leste para o lado capitalista do país.

A construção do Muro de Berlim, que dividiu fisicamente a principal cidade da Alemanha por 28 anos e se consolidou como maior símbolo da Guerra Fria, pegou de surpresa quase todas as pessoas que teriam as vidas transformadas por ele a partir do dia 13 de agosto de 1961.

O mundo começa nesta semana a celebrar os 20 anos da queda do Muro, que marcou a reunificação da Alemanha e o fim da Guerra Fria.



Trabalhadores e soldados da Alemanha Oriental iniciam a construção do muro que dividiu a cidade usando blocos de contreto, em 13 de agosto de 1961


Uma operação ultrassecreta de codinome “Rosa”, comandada pelo Birô Político do lado oriental, levou apenas cinco horas para fechar completamente as fronteiras internas da cidade, proibindo a circulação entre as zonas ocidentais e a área sob influência da União Soviética.


Tudo foi feito sob sigilo, durante a madrugada de um domingo, para que não houvesse reação dos berlinenses ou dos Estados Unidos, maior potência que fazia oposição aos soviéticos. Além dos envolvidos na operação, ninguém foi informado sobre decisão de fechar as fronteiras, e mesmo os que viam a instalação das cercas de arame farpado que mais tarde se tornariam um muro de concreto achavam improvável que o fechamento fosse definitivo.


Tropas da Alemanha Oriental formam barreira próximo à fronteira entre os dois lados de Berlim, no portal de Brandemburgo, em 13 de agosto de 1961, dia em que a cidade alemã foi dividida.


Às 6h da manhã, enquanto a cidade dormia, era finalizada a primeira parte da operação que bloqueava 81 pontos de cruzamento e 193 ruas que atravessavam a fronteira, bem como os sistemas de transportes públicos. A cidade de 4 milhões de pessoas, que havia sido dividida de forma teórica após a Segunda Guerra Mundial, mas que na prática funcionava até então como um único organismo urbano, acordou cortada ao meio, separando famílias, amigos, casais e afastando trabalhadores dos seus empregos e estudantes de suas escolas. O dia ficou conhecido como “o domingo do arame farpado”.


O governo da República Democrática da Alemanha (RDA, o lado oriental) havia mobilizado 10 mil homens para garantir a segurança e evitar protestos após o fechamento da fronteira. À exceção de pequenos ataques de jovens do lado ocidental e de protestos menores do lado oriental, não chegou a haver confrontos violentos, nenhuma reação radical. Pego igualmente de surpresa, o governo norte-americano preferiu evitar o enfrentamento, permitindo que o lado socialista concluísse sua operação.


Contra desertores

A partir da operação “Rosa”, o objetivo era fechar a fronteira de 164 quilômetros em torno da Berlim Ocidental, ilha capitalista dentro da RDA. A antiga capital da Alemanha havia sido dividida entre os vencedores da Segunda Guerra Mundial, assim como o resto do país. Apesar de estar dentro do setor soviético, metade da cidade estava sob influência ocidental, vivendo num regime mais democrático e capitalista de que o restante da RDA.

Por mais que o lado ocidental fosse o alvo prático das cercas que mais tarde se tornariam um muro de concreto, a população oriental, no lado comunista, é que acabou se tornando prisioneira do regime.


Trabalhadores de Berlim Oriental aumentam o tamanho do muro para isolar ainda mais os dois lados em 1º de outubro de 1961


Segundo o historiador britânico Frederick Taylor, autor de “Muro de Berlim”, obra que narra em detalhes, e quase 600 páginas, a história da separação da cidade alemã e da Guerra Fria, este era o principal objetivo da separação.

Para os líderes do lado comunista, diz, era preciso interromper o fluxo de pessoas que fugiam definitivamente para o lado ocidental em busca do capitalismo que se desenvolvia lá, ou evitar a ação de “atravessadores de fronteiras”, que trabalhavam do lado ocidental de viviam na economia socialista oriental. Um mês antes da separação de fato, uma média de mil pessoas do leste passavam, por dia, para o oeste de Berlim, ritmo que diminuiria a população do lado socialista em meio milhão de habitantes em apenas um ano.

O que era visto como uma busca por uma vida mais digna pelo Ocidente era chamado “deserção” pela Alemanha Oriental, reflexo de um tráfico de seres humanos. A migração se dava porque, apoiada pelas potências capitalistas, a Alemanha Ocidental se desenvolvia muito desde o fim da guerra e tinha maior qualidade de vida, enquanto a Oriental vivia o que era considerado o equivalente socialista de uma recessão, com a economia mantida artificialmente com apoio soviético.

Durante o “domingo do arame farpado” e depois que a fronteira foi fechada definitivamente pelo muro de concreto, as deserções passaram a ser punidas com severidade, e os guardas da fronteira tinham permissão para atirar contra os alemães orientais que tentavam fugir. Dados oficiais dizem que a média de mil fugitivos por dia caiu para 28 na noite do domingo, 41 no dia seguinte e casos muito isolados desde então.


Guerra Fria

Desde o fim da Segunda Guerra, Berlim havia se consolidado como o principal palco de atuação das maiores potências em confronto durante a Guerra Fria. A cidade era usada como área em que Estados Unidos e União Soviética testavam suas políticas internacionais, pressionando o adversário e estudando a resposta inimiga.


Bem antes da separação com cercas de arames farpados e da construção do muro, Berlim Ocidental já tinha sofrido as conseqüências de um maior desenvolvimento econômico. O crescimento industrial de todo o lado ocidental era alto, chegando à ordem de 15% ao ano nos anos 1950, mas, antes disso, ainda em 1948, a área de influência de EUA, Inglaterra e França adotou uma nova e mais forte moeda, o marco alemão. Em resposta, em 24 de junho, um dia depois da reforma monetária, os soviéticos bloquearam todas as vias de acesso à cidade.


O Bloqueio de Berlim foi um dos primeiros eventos de grande relevância da Guerra Fria. Todas as ligações ferroviárias e rodoviárias para a cidade de dois milhões de habitantes (do lado ocidental) foram cortadas, e até o abastecimento de energia elétrica foi interrompido. Os governos ocidentais, entretanto, abraçaram a causa dos berlinenses como símbolo do bloco capitalista do conflito não-declarado contra os comunistas.


Evitando abrir uma guerra contra a União Soviética, iniciaram uma enorme operação aérea para abastecer a cidade usando aviões. Em pouco tempo, mais de 70 mil toneladas de alimentos eram desembarcadas nos aeroportos do lado ocidental de Berlim por mês, o que aumentou a admiração pelos Estados Unidos na cidade, e aproximou o Ocidente da Alemanha. O bloqueio durou menos de um ano, mas foi o primeiro sinal da divisão que a cidade enfrentaria até novembro de 1989, quando o muro de Berlim foi derrubado e deu início à reunificação da Alemanha.


Fonte: http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1361418-17398,00-OPERACAO+ROSA+LEVOU+APENAS+HORAS+PARA+DIVIDIR+BERLIM+COM+ARAME+FARPADO.html

by Charles...

Alemão afirma ter 'plantado' Fusca comprado no dia da queda do muro

Obrigado Claudia pela homenagem!
muito obrigado!!!
vlw mesmo!
td d bom pra vc minha maninhah do coração!


seguindo as postagens...


Otto Weymann garante ter comprado o carro de 2 alemães orientais.

Ele largou-o no jardim e plantou árvores em volta do Volks de 46 anos.




Fusca de 46 anos com placa da ex-Alemanha Oriental é visto nesta segunda-feira (9) no jardim da casa de Otto Weymann, na cidade alemã de Fuldatal.



Weymann afirmou ter comprado o carro há exatos 20 anos, no dia da queda do Muro de Berlim, de dois alemães orientais que haviam acabado de passar pela fronteira recém-aberta pela queda da barreira. Ele estacionou o carro em seu jardim e cercou-o de árvores.


sábado, 14 de novembro de 2009

'Homenzinho do semáforo' e 'hot dog socialista' são herança do tempo do muro

Figura de sinal de pedestres da Alemanha Oriental usa chapéu.
Sanduíche impede a queda indesejada do ketchup.

A Alemanha Oriental não existe mais, mas pelo menos uma de suas criações conseguiu sobreviver contando com ampla simpatia da população e, mais do que isso, logrou se espalhar pelo "território capitalista" ocidental. Trata-se do "Ampelmännchen" ou "homenzinho do semáforo", como é conhecida a figura adotada pelo governo socialista nos sinais para pedestres.

A presença do homenzinho de chapéu nas ruas da Alemanha esteve ameaçada após a queda do Muro de Berlim, já que o governo queria padronizar a sinalização de acordo com os semáforos que havia do lado ocidental, similares aos do Brasil. Mas, graças à oposição popular, o personagem foi salvo e continua piscando em muitas esquinas da cidade até hoje, quando o país celebra os 20 anos da queda do muro (assista no vídeo)

O 'homenzinho do semáforo', que esteve ameaçado de ser substituído pela figura de linhas retas tradicional na maioria dos sinais.


Outro ícone do estilo de vida alemão oriental que ainda pode ser encontrado pelas ruas de Berlim é a 'Ketwurst' (união das palavras ketchup com salsicha em alemão), um tipo de cachorro quente desenvolvido nos anos 1970 por funcionários do regime encarregados de racionalizar os serviços gastronômicos do Estado.

Trata-se de uma salsicha que é mergulhada em ketchup e depois enfiada num pão que, em vez de ser cortado na lateral, é apenas perfurado com uma ponta de metal. Desta forma, além do preparo rápido, a ketwurst tem a vantagem de não respingar molho em quem a consome. Atualmente, a variante "socialista" do hot dog é encontrada em um ou outro quiosque da cidade.


A 'ketwurst', que não deixa cair ketchup em quem a consome.

Fonte: http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1371686-17398,00-HOMENZINHO+DO+SEMAFORO+E+HOT+DOG+SOCIALISTA+SAO+HERANCA+DO+TEMPO+DO+MURO.html

by Charles...

Reunificação da Alemanha ainda não terminou, diz Angela Merkel

Declaração foi feita à TV pública no dia dos 20 anos da queda do muro.
Ainda falta fazer muito pela unidade alemã no aspecto econômico, disse.

A chanceler alemã Angela Merkel afirmou nesta segunda-feira (9) que, 20 anos após a queda do Muro de Berlim, "a unidade alemã" ainda não foi "totalmente concluída", em particular em nível econômico.

"A unidade alemã não terminou totalmente", porque entre o Leste e o Oeste permanecem "diferenças estruturais", destacou a chanceler durante entrevista ao canal público de televisão ARD, num momento em que a Alemanha celebra o 20º aniversário da queda do Muro de Berlim.

(Ver o Vídeo)

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, discursa nesta segunda-feira (9) durante as festas pelos 20 anos da queda do Muro de Berlim.


"Devemos estar atentos a isso, se quisermos chegar à igualdade, em termos de nível de vida" no Leste e no Oeste, acrescentou Merkel, lembrando que a taxa de desemprego nas regiões da extinta RDA - a então República Democrática Alemã - era duas vezes maior que a da antiga Alemanha Ocidental.

Angela Merkel, que cresceu na RDA e entrou para a política por ocasião da queda do muro, insistiu em dizer que o "imposto da solidariedade" que pagam os alemães do Leste e os alemães do Oeste para financiar a reunificação é "mais do que nunca necessário".

Cerca de 1,3 trilhão de euros foram transferidos do Oeste para o Leste da Alemanha em 20 anos para financiar a modernização da ex-RDA, revela um estudo.

Segundo pesquisa do Instituto IW, a riqueza da extinta RDA (República Democrática Alemã) é, hoje, equivalente a 70% da da extinta RFA (República Federal Alemã), em termos de Produto Interno Bruto por habitante, contra apenas 30% em 1991.

Fonte: http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1372113-17398,00-REUNIFICACAO+DA+ALEMANHA+AINDA+NAO+TERMINOU+DIZ+ANGELA+MERKEL.html

Alemanha derruba 'dominó gigante' em homenagem à queda do muro

Ex-presidente da Polônia Lech Walesa começou a derrubada. Eram cerca de mil peças de dois metros e meio de altura. Um dominó gigante com cerca de mil blocos de dois metros e meio de altura foi derrubado na noite desta segunda-feira (9), horário local, durante a Festa da Liberdade, que celebrou os 20 anos da queda do Muro de Berlim (assista o vídeo no G1).

As peças, decoradas por estudantes do país, estavam no local desde sábado. Elas começaram a ser derrubadas pelo ex-presidente da Polônia Lech Walesa, um dos nomes importantes na história do fim da Guerra Fria.

O ex-presidente da Polônia Lech Walesa dá o 'start' para a queda de dominós gigantes em Berlim nesta segunda-feira (9).

O polonês fez o ato simbólico a partir da sede do Parlamento federal, o Reichstag, enquanto em um outro extremo, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso fazia o mesmo.

Cada peça pesa 20 kg e havia sido colocada a uma distância de 1,5 metro uma da outra.

Os dominós caíram ao som de "We Are One", criada pelo DJ alemão Paul van Dyk especialmente para a ocasião.

Veja mais fotos da queda dos dominós

Fonte: http://g1.globo.com/Sites/Especiais/Noticias/0,,MUL1372286-17398,00-ALEMANHA+DERRUBA+DOMINO+GIGANTE+EM+HOMENAGEM+A+QUEDA+DO+MURO.html

20 Anos da Queda do Muro de Berlin

In front of the Brandenburg gate at the fall of the Wall, Copyright mauritius images / imagebroker
Passados mais de 28 anos da divisão na Alemanha, o muro de Berlin caiu de um dia para o outro, nos dias 9 e 10 de novembro de 1989 - um evento histórico e de impacto mundial. Hoje, 20 anos depois, a Alemanha, a Europa e o resto do mundo olha para trás para poder então olhar para a frente. Graças à revolução pacífica e à queda do muro, não só milhares de pessoas se uniram, mas a Alemanha, como um todo, também. O equilíbrio entre leste e oeste foi novamente estabelecido.
A woman and a man shaking hands at the Berlin Wall, Copyright CORBIS / Peter Tumley
Vivencie a história, onde ela realmente se desenrolou e descubra uma porção de terra virgem na Alemanha, cuja queda do muro transformou em símbolo de um novo recomeço, de esperança e de um novo futuro. Você também pode atravessar a fronteira e visitar locais históricos como: a igreja de São Nicolau em Leipzig, a passagem do muro, os diversos museus DDR na Turingia ou o lendário "Checkpoint Charlie" em Berlin. Além, é claro, da capital da Alemanha, que se apresenta de forma inovadora desde a reunificação. A Alemanha tem se tornado um país sem fronteiras, aberto aos visitantes de todas as partes do mundo. Um país impressionante na forma com que se conecta ao passado, ao presente e ao futuro; um país que o convida cordialmente a visitar as relíquias de seus tempos passados e a reviver sua história.

Fonte: http://www.visitealemanha.com/PTB/cultura_eventos/queda_do_muro.htm



by Charles...