domingo, 3 de outubro de 2010

Dia 03 de outubro...

     Hoje dia 3 de Outubro, o dia de exercermos nosso cidadania votando, mas votando conscientemente, não em candidatos de índole duvidosa, corruptos e sem preocupação com o povo que os elegeu, a não ser com seu próprio bolso! 

     O nosso voto tende ser valorizado e respeitado, por mais tola que possa ser nossa escolha, ela e pessoal e não se deve desrespeitar alguém dizendo que seu voto será jogado no lixo votando em tal candidato(a). Isso aconteceu para mim nesta sexta-feira última, em meu emprego, onde falávamos sobre o debate e tudo mais, quando eu comento sobre a participação do Plínio e da Marina, e ainda afirmo que votarei na candidata do PV, nisso uma colega disse-me algo que fiquei muito sentido e decepcionado, pois vinha de uma moça que formou-se no magistério e esta se formando em pedagogia, "não acredito que você vai jogar teu voto fora votando na Marina?! Tenque votar é Dilma!" Reafirmei meu voto dizendo também que meu papel de cidadão eu estava fazendo, votando e votando em alguém que eu confio estar apta a desempenhar bem o papel de presidente do Brasil. Complementei dizendo que, por mais que eu sei que a Marina tem remotas chances de passar para o segundo turno, mas eu votaria nela mesmo assim, pois eu simpatizei com a história de vida dela e por ela ser formada em História como eu. Deixei claro também que, votaria na Dilma só se houvesse segundo turno. Talvez não vais ser essas eleições, mas em breve, o poder sair das mãos dos mesmos partidos de sempre e nesse dia Marina poderá ajudar nosso país e meio ambiente, espero que não seja tarde demais...

     Não venda seu voto, pois candidato que compra teu voto, fará pior no governo, roubara muito mais para as próximas eleições poder comprar mais votos e enriquecer as nossas custas! Se lhe oferecerem dinheiro e favores em troca de seu voto, aceite, mas na urna, vote em quem seu coração mandar, vote no candidato(a) que você acha que vai trabalhar para o povo!

     Segue um texto sobre Marina Silva. Bom voto! Vote consciente e, em que você ache que vai lutar pela população e pelo bem da nação! 

Marina Silva

Maria Osmarina Marina Silva Vaz de Lima (Rio Branco, 8 de fevereiro de 1958) é uma política brasileira, ambientalista e pedagoga, filiada ao Partido Verde.

Marina Silva se afastou recentemente das funções de senadora pelo Acre, devido às suas ocupações como candidata do Partido Verde à Presidência da República em 2010.

Biografia
Marina Silva nasceu em uma "colocação" (casas de seringueiros, geralmente construídas sobre palafitas) chamada Breu Velho, no seringal Bagaço, a 70 km do centro de Rio Branco, capital do estado do Acre. Seus pais, Pedro Augusto e Maria Augusta da Silva, tiveram onze filhos, dos quais oito sobreviveram.

Aos quinze anos, ela foi levada para a capital, com uma hepatite confundida com malária. Teve a proteção do então bispo do Acre, Dom Moacyr Grechi, que a acolheu na casa das irmãs Servas de Maria. Analfabeta, Marina foi matriculada no Mobral, projeto de alfabetização do regime militar. Seu primeiro trabalho foi de empregada doméstica.

Marina Silva é casada com o técnico agrícola Fábio Vaz de Lima e tem quatro filhos. Apesar de ter sido educada no catolicismo, hoje ela professa o cristianismo evangélico, sendo membro da Assembleia de Deus. 

Trajetória política
Em 1981 entrou na Universidade Federal do Acre, onde formou-se em História. Se abrigava no Partido dos Trabalhadores, sob o comando do deputado José Genoíno.

Foi professora na rede de ensino de segundo grau e engajou-se no movimento sindical. Foi companheira de luta de Chico Mendes e com ele fundou a Central Única dos Trabalhadores (CUT) do Acre em 1985, da qual foi vice-coordenadora até 1986. Nesse ano, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT) e candidatou-se a deputada federal, porém não foi eleita.

Em 1988, foi a vereadora mais votada do município de Rio Branco, conquistando a única vaga da esquerda na câmara municipal. Como vereadora, causou polêmica por combater os privilégios dos vereadores e devolver benefícios financeiros que os demais vereadores também recebiam. Com isso passou a ter muitos adversários políticos, mas a admiração popular também cresceu.

Exerceu seu mandato de vereadora até 1990. Nesse ano candidatou-se a deputada estadual e obteve novamente a maior votação. Logo no primeiro ano do novo mandato descobriu-se doente: havia sido contaminada por metais pesados quando ainda vivia no seringal.

Em 1994 foi eleita senadora da República, pelo estado do Acre, com a maior votação, enfrentando uma tradição de vitória exclusiva de ex-governadores e grandes empresários do estado. Foi Secretária Nacional de Meio Ambiente e Desenvolvimento do Partido dos Trabalhadores, de 1995 a 1997. Pode-se dizer que se tornou uma das principais vozes da Amazônia, tendo sido responsável por vários projetos, entre eles o de regulamentação do acesso aos recursos da biodiversidade.

Ministério do Meio Ambiente
Em 2003, com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para a Presidência da República, foi nomeada ministra do Meio Ambiente. Desde então, enfrentou conflitos constantes com outros ministros do governo, quando os interesses econômicos se contrapunham aos objetivos de preservação ambiental. Marina afirmou que desde a reeleição do presidente Lula, no fim de 2006, alguns projetos importantes de sua gestão, como a criação de áreas protegidas na floresta amazônica, haviam sido praticamente paralisados. Durante o primeiro governo Lula (2003-2006), foram delimitados 24 milhões de hectares verdes , contra apenas 300 mil hectares em 2007.

Em dezembro de 2006, enfraquecida por uma disputa com a Casa Civil, que a acusava de atrasar licenças ambientais para a realização de obras de infra-estrutura, a ministra avisara que não estaria disposta a flexibilizar a gestão da pasta para permanecer no governo.

Ultimamente agravaram-se as divergências com a ministra Dilma Rousseff da Casa Civil pela demora da liberação das licenças ambientais pelo Ibama para as obras no rio Madeira, em Rondônia. Essa demora e o rigor na liberação das licenças foram considerados como um bloqueio ao crescimento econômico.

Marina Silva também denunciou pressões dos governadores de Mato Grosso, Blairo Maggi, e de Rondônia, Ivo Cassol, para rever as medidas de combate ao desmatamento na Amazônia.

Em 13 de maio de 2008, cinco dias após o lançamento do Plano Amazônia Sustentável (PAS), cuja administração foi atribuída a Roberto Mangabeira Unger, Marina Silva entregou sua carta de demissão ao Presidente da República, em razão da falta de sustentação à política ambiental, e voltou ao exercício do seu mandato no Senado.

Presidenciável
Em 2007, um movimento apartidário de cidadãos, denominado "Movimento Marina Silva Presidente", iniciou a defesa pública de sua candidatura à presidência da República. A repercussão internacional deste movimento fez com que o PV Europeu pressionasse o PV do Brasil a convidá-la para afiliar-se em seus quadros.

Assim, desde agosto de 2009, foi cogitada a ser candidata à presidência da República pelo Partido Verde (PV). Líderes do PV articulam um leque de apoio que dê envergadura eleitoral à eventual candidatura em 2010.

No dia 19 de agosto de 2009, Marina Silva anunciou sua desfiliação do Partido dos Trabalhadores (PT). Marina disse que a decisão foi sofrida e a comparou com o fato de ter deixado a casa dos pais há 35 anos num seringal rumo a uma cidade grande. "Não se trata mais de fazer embate dentro de um partido em que eu estava há cerca de 30 anos, mas o embate em favor do desenvolvimento sustentável." . Desde 1997, Marina já propunha essa forma de desenvolvimento , como exposto em seu texto: Amazônia, Era Uma Vez no Futuro?

Em 11 de junho de 2010, anunciou oficialmente sua candidatura à Presidência da República, em uma convenção do Partido Verde na qual afirmou pretender ser a primeira mulher, negra e de origem pobre a governar o Brasil.

Fatos relevantes
    * Em 1996 recebeu o Prêmio Goldman do Meio Ambiente pela América Latina e Caribe, nos Estados Unidos.
    * Em 2007, por meio da Medida Provisoria 366, a ministra Marina Silva desmembrou o Ibama e repassou a gestão das unidades de conservação da natureza federais para o Instituto Chico Mendes
    * Também em 2007, recebeu o maior prêmio das Organização das Nações Unidas (ONU) na área ambiental - o Champions of the Earth (Campeões da Terra) - concedido a seis outras personalidades: o ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore; o príncipe Hassan Bin Talal, da Jordânia; Jacques Rogge, do Comitê Olímpico Internacional (COI); Cherif Rahmani, da Argélia; Elisea "Bebet" Gillera Gozun, das Filipinas, e Viveka Bohn, da Suécia.
    * Em 1 de abril de 2009, ganhou o prêmio norueguês Sofia, de 100 mil dólares, por sua luta em defesa da floresta amazônica. "Ela reduziu o desmatamento na Amazônia para níveis historicamente baixos - 59 por cento, de 2004 a 2007", informou a fundação. Áreas enormes foram conservadas, mais de 700 pessoas foram presas por atividades ilegais na floresta, mais de 1.500 empresas foram fechadas, e equipamentos, propriedades e madeira ilegal foram apreendidos. Ela também se preocupou com as populações indígenas". Durante os três anos de Marina Silva no governo, o desmatamento foi reduzido para o segundo nível mais baixo em 20 anos, de acordo com a Fundação.
    * Em 10 de outubro de 2009, recebeu o prêmio Mudanças Climáticas, oferecido pela Fundação Príncipe Albert II de Mônaco.
    * Foi considerada pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.
    * Foi considerada um dos 100 maiores protagonistas do ano de 2009 pelo jornal espanhol El País

Cronologia sumária
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Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Marina_Silva


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terça-feira, 28 de setembro de 2010

A comédia do horário político! Famosos candidatos...


Famosos Candidatos no Horário Político

Horário eleitoral 2010... Começou a palhaçada!!!


HORÁRIO CÔMICO ELEITORAL 2010


Bonus!!!
Horário Político - Silvio Santos 1989



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Amor pelo Rio Grande do Sul!

     Não sei vocês, mas eu como bom gaúcho, amo muito meu estado e tenho um grande sentimento de orgulho pelo mesmo, algo que não se repete em relação ao Brasil.

     Considero-me primeiro gaúcho, depois brasileiro. Prefiro muito mais o hino reiograndensse e este canto com vontade e orgulho, com o verdadeiro sentimento de amor a pátria, a pátria gaúcha, do que o do Brasil!

     Não sei se esse sentimento vem desde a época da revolução Farroupilha ou o que, mas o estranho é que nunca fui estimulado a ter esse sentimento, nem pais, parentes ou professores, mas um sentimento que floresceu em mim, e me pergunto se com todos ou quase todos os gaúchos é assim? A, vale lembrar que não participo nem participei em minha vida de CTGs nem MTGs...

     Esse amor pelo Rio Grande é incondicional, amor que passarei de geração em geração, mesmo não participando de CTGs e nem nada, porque o amor verdadeiro não esta somente nas pessoas que participam desse tipo de atividade, mas em qualquer atividade e estilo de vida, cultura, música e etc...

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Hino do Rio Grande do Sul, executado pela OSPA

 

Hino Rio-Grandense

O Hino Rio-Grandense é o hino oficial do estado do Rio Grande do Sul. Tem letra de Francisco Pinto da Fontoura, música de Comendador Maestro Joaquim José Mendanha e harmonização de Antônio Corte Real. A obra original possuía uma estrofe que foi suprimida, além de uma repetição do estribilho, pelo mesmo dispositivo legal que a oficializou como hino do estado - A lei nº 5.213, de 5 de Janeiro de 1966.
I.
Como aurora precursora
Do farol da divindade
Foi o vinte de setembro
O precursor da liberdade
Refrão
Mostremos valor e constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra
De modelo a toda terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra
II.
Mas não basta pra ser livre
Ser forte, aguerrido e bravo
Povo que não tem virtude
Acaba por ser escravo
Refrão
Mostremos valor e constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra
De modelo a toda terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra

Trecho suprimido

Em 1966, durante o Regime Militar a segunda estrofe foi retirada oficialmente.
Que entre nós, reviva Atenas
para assombro dos tiranos
Sejamos gregos na glória
e na virtude, romanos

 Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hino_Rio-Grandense

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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Vê se pode!!!

Tiririca Dep. Federal? Isso é comédia pra mim, mas para muitos será como um voto de protesto...

No final uma matéria sobre Tiririca e sua possível incapacidade de lêr e escrever...










Vote no Tiririca e ajude a eleger o Valdemar Costa Neto...



















"RAPAZIADA ISSO AI E VERDADE, ESTA COMFIRMAÇÃO SAIU NA REVISTA VEJA DESTA SEMANA (DIA 24/09) O ESQUEMA DO PARTIDO DO TIRIRICA ESTAVA SENDO MONTADO DESDE 2006, FIZERAM UMA PESQUISA SOBRE CELEBRIDADES QUE PODERIA SE ELEGER.
NA LISTA ESTAVAM SABRINA SATO, RONALDO FENOMENO, DR DRAUZIO VARELA.... COMO NINGUEM QUIS ESCOLHERAM O TIRIRICA. TUDO E MONTAGEM DESDE A CANDIDATURA ATE O FAMIGERADO JARGÃO ``PIOR QUE TA NÃO FICA´´´E DE LANBUJA SENDO ELEITO PELO POVO IDIOTA ELE VAI LEVAR OS 3 MENSALEIROS." 


Tiririca seria analfabeto, o que é proibido pela Justiça Eleitoral. Veja

Vários indícios sugerem que Tiririca não sabe ler nem escrever. A Constituição proíbe comportamento

De acordo com a Constituição, os analfabetos são inelegíveis e, portanto, não podem se candidatar e receber votos. Por lei, os candidatos são obrigados a apresentar à Justiça Eleitoral um comprovante de escolaridade. Na ausência de comprovante, devem demonstrar capacidade de ler e escrever.

Para registrar sua candidatura a deputado federal, Tiririca apresentou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo uma declaração em que ele afirma que sabe ler e escrever. Essa declaração, segundo as normas legais, deve ser escrita de próprio punho. Mas Tiririca, de fato, sabe ler e escrever? A suspeita é que não. Vários indícios permitem levantar essa desconfiança.

O humorista Ciro Botelho, redator do programa Pânico da rádio Jovem Pan, diz que escreveu sozinho o livro As piadas fantárdigas do Tiririca em 2006. A publicação é assinada só por Tiririca. Botelho diz que escreveu com base em histórias contadas por ele. “O Tiririca não sabe ler nem escrever”, afirma.

Dois funcionários da TV Record também disseram que nos bastidores do programa humorístico Show do Tom, do qual Tiririca participa, é sabido que ele não lê nem escreve. De acordo com Ciro Botelho, o palhaço conta com a ajuda da mulher para decorar suas falas: “A mulher fica no camarim com ele e vai falando o texto. Ele vai decorando e conta do jeito dele”.


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A reportagem acompanhou Tiririca por dois dias na semana passada. Viu o candidato dar autógrafos com uma grafia bem diferente da que aparece na declaração apresentada ao TRE, com letras redondas. Aos fãs, ele assina um rabisco circular ininteligível e desenha o que seriam as letras do nome de seu personagem. Em duas ocasiões, a reportagem deparou também com situações que demonstram que Tiririca tem, no mínimo, enorme dificuldade de leitura. No dia 21, a reportagem pediu para Tiririca ler uma mensagem de celular. Ele ficou visivelmente assustado diante do aparelho. O constrangimento do candidato só foi desfeito quando uma assessora leu o torpedo em voz alta. Minutos antes, referindo-se às críticas feitas a sua candidatura nos jornais, Tiririca dissera: “Eu não leio nada, mas minha mulher lê para mim”.

No dia 22, foi feito um teste com Tiririca. Durante um almoço, pediu a ele para responder a perguntas da pesquisa Ibope sobre o Congresso. As duas primeiras questões foram lidas pela reportagem e respondidas normalmente por Tiririca. Em seguida, foi apresentado ao candidato um cartão para ele ler a terceira pergunta e as alternativas de resposta. Nesse momento, seus assessores o cercaram imediatamente. O filho de Tiririca, Éverson Silva, começou a ler a pergunta para o pai, mas a pesquisa foi interrompida pelos assessores com a alegação de que ele precisava almoçar e que a aplicação da pesquisa não fora combinada previamente.

Depois desse novo mal-estar, tentou-se questioná-lo sobre sua alfabetização. Sua assessoria de imprensa não permitiu mais contatos. Ela diz que Tiririca sabe ler e escrever, mas os pedidos de um encontro com o candidato para que ele lesse um texto e encerrasse as dúvidas foram recusados. A assessoria disse que Tiririca está na reta final da campanha e ficaria “chateado por ter de provar que sabe ler”.

O que acontece com um candidato sobre o qual há dúvidas sobre sua alfabetização? “Se houver dúvidas, o juiz pode submetê-lo a um teste”, diz o advogado Fernando Neves, ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo Neves, essa prova é simples e visa apenas certificar a capacidade de ler e escrever do candidato. Se o candidato não conseguir provar que é alfabetizado, a jurisprudência da Justiça Eleitoral diz que a candidatura deve ser cassada.




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Carta de BENTO GONÇALVES...



Senhor – Em nome do povo da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, depus o Presidente Braga e entreguei o governo ao substituto legal, doutor Marciano Ribeiro. E em nome do Rio Grande eu lhe digo que, nesta Província extrema, afastada dos corrilhos e conveniências da Corte, dos rapapés e salamaleques, não toleramos imposições humilhantes, nem insultos de qualquer espécie. O pampeiro destas paragens tempera sangue rio-grandense de modo diferente de certa gente que por aí há.

Nós, rio-grandenses, preferimos a morte no campo áspero da batalha às humilhações nas salas blandiciosas do Paço do Rio de Janeiro. O Rio Grande é a sentinela do Brasil, que olha vigilante para o Rio da Prata. Merece, pois, mais consideração e respeito. Não pode e nem deve ser oprimido por déspotas da fancaria. Exigimos que o governo imperial nos dê um Presidente de nossa confiança, que olhe pelos nossos interesses, pelo nosso progresso, pela nossa dignidade, ou nos separaremos do centro e, com a espada na mão, saberemos morrer com honra ou viver com liberdade.

É preciso que V. Exa. saiba, Senhor Regente, que é obra difícil, senão impossível, escravizar o Rio Grande, impondo-lhe governadores despóticos e tiranos. Em nome do Rio Grande, como brasileiro, eu lhe digo, reflita bem antes de responder, porque de sua resposta depende talvez o sossego do Brasil. Dela resultará a satisfação dos justos desejos de um punhado de brasileiros que defendeu contra a voracidade espanhola uma nesga fecunda da Pátria e dela poderá também resultar uma luta sangrenta, a ruína da Província ou a formação de um Estado dentro do Brasil.

Bento Gonçalves da Silva

21 de setembro de 1835

Esta carta foi escrita quando Bento Gonçalves encontrava-se preso no Rio de Janeiro, por ocasião da Batalha de Fanfa, durante a Revolução Farroupilha.


Este documento mostra que os FARRAPOS não lutavam por um separatismo, mas sim pelo reconhecimento de um povo digno e trabalhador, calcados nos sublimes ideais, LIBERDADE, IGUALDADE E HUMANIDADE..
 Fonte: http://pelicanosdebalandrau.blogspot.com/2009/01/carta-de-bento-gonsalves.html

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Ideologia da Revolução Farroupilha

Com a abdicação de D.Pedro I, a 7 de abril de 1831, começava no Brasil um dos momentos mais conturbados de sua História Política – o Período Regencial. Durante esse período por diversas vezes e diferentes regiões esteve ameaçada a integridade territorial brasileira. A partir das disputas pelo poder estouraram varias rebeliões em algumas províncias, tendo como pano de fundo o Federalismo. 

O Movimento Farroupilha, no Rio Grande do Sul, foi um dos muitos movimentos liberais que sacudiram a Regência na 1ª metade do século XIX. Maior dos conflitos internos enfrentados pelo Império brasileiro no período, caracterizou-se como a mais grave e duradoura das revoltas regenciais. 

Os ideais liberais foram responsáveis por os movimentos regionais em todo Brasil deflagrados entre 1835 e 1848 e que contribuíram para que o pensamento conservador, se clareasse perante a necessidade de conter a revolução através da adoção de medidas regressistas, centralizadoras. 

A Revolução Farroupilha, também conhecida como Guerra dos Farrapos, é uma revolta liberal, e suas correntes políticas dividem-se em moderadas, Chimangos, que desejavam a modificação do regime através das leis, e a exaltada, Farroupilha, que apontava como solução à revolução. 

Um fato importante que motivou a insurreição, foi a desigual distribuição de renda, que era feita pelo Governo Imperial, criando uma distorção, já que mesmo com uma produção elevada, o que lhe cabia não era compatível. Os rebeldes afirmavam que parte das dificuldades do Rio Grande do Sul decorria do fato de ele ter de sustentar outras províncias. 

A motivação básica para o enfraquecimento das relações da província com o centro e que vai ter como fim à revolta armada foi o sentido generalizado, por parte da oligarquia guaúcha, da opressão que o império realizava sobre a província. 

O contexto local que leva a revolta tem dois traços formadores que lhes dão um caráter especifico: o componente militar fronteiriço e o peso quase absoluto da pecuária na economia da região. Padrão de comportamento autoritário para a elite dirigente e um contorno militarizado para a sociedade sulina. 

Os lideres revolucionários – elite – fizeram a revolução porque queriam o poder de decisão através do sistema Federativo. Defendiam o federalismo devido à questão da responsabilidade parlamentar, desigual no Império Brasileiro. 

A ideologia de uma sociedade é a ideologia de sua elite dominante, e sua função é adequar, justificar e dar explicações sobre a legitimidade de uma determinada situação. Todo grupo social tem uma concepção de mundo, mas, sob determinadas condições toma emprestada de um outro grupo social, adotando-a como sua. 

O Liberalismo expressão do pensamento burguês do século XIX, tem no plano das idéias a afirmação da liberdade política e econômica e a igualdade entre os homens, em termos de oportunidades efetivas, no plano do concreto, o que se vê é a dominação do capital. 

Os liberais sulistas, recolheram da ideologia importada os elementos condizentes com suas reivindicações mais imediatas, ou seja, o liberalismo econômico tinha o significado básico de romper monopólios, e estabelecer o livre comercio, enquanto que sua contrapartida política se orientava para a entrega do poder de direito aos seus representantes de fato na sociedade brasileira: os proprietários de escravos e terras – elite. 

Os chefes farrapos, saídos das classes dos estancieiros da fronteira queriam reforçar as instituições da tradicional sociedade rio-grandense. A Revolução Farroupilha, com a liderança dos estancieiros, assemelha-se mais a uma revolta, na qual uma parte da classe dominante requer maior autonomia política e econômica. 

Utilizando as idéias de alguns dos pensadores Iluministas para justificar a revolta, os rebeldes gaúchos extraíram de Locke, o principio da Legitimidade para o enfrentamento de um poder que ameaçava a propriedade e a soberania rio-grandense, introduzindo a noção de limite à soberania no Estado, quando admite que toda vez que o governo ameaçasse a propriedade dos cidadãos verificar-se-ia uma violação do contrato social, legitimando com isso o direito a revolução. 

De Montesquieu, utilizaram a idéia da divisão de poderes, baseadas num sistema de freios e contrapassos que deveria estabelecer uma união harmônica, concorrendo para a estabilidade do corpo social. Essa questão se exprimiria, para os rebeldes, na adoção do governo constitucional representativo. 

E de Rousseau as idéias das liberdades ou direitos individuais do cidadão, na idéia de que o homem é bom em estado de natureza e de que a sociedade o corrompe justifica o direito dos homens mudarem em desacordo com o principio da liberdade individual. 

A influencia das idéias liberais eram tão fortes, que Flores, menciona a transcrição de textos de Locke. Montesquieu e Rousseau em jornais farroupilhas da época. Dentre os princípios liberais que integravam o ideário farroupilha, e que estão salientados em um Manifesto lançado em 1838, são a liberdade de expressão – opinião publica, denunciavam a subversão e utilização da imprensa por parte do governo, para difamar os farrapos, a liberdade e garantias individuais. 

O liberalismo no ideário farroupilha era a justificação para a rebelião contra o poder que tanto ameaçava a propriedade quanto à soberania rio-grandense. A revolução era pois,um recurso para ser usado quando a lei fosse violada, quando a liberdade estivesse ameaçada. A revolução também era fruto do desrespeito do governo imperial aos princípios liberais. 

O liberalismo farroupilha e seu republicanismo não podem ser confundidos com um liberalismo radical. Os farrapos não eram revolucionários sociais empenhados em reestruturar a sociedade. Estavam familiarizados com o sistema republicano e federativo por o contato com os países vizinhos. 

O movimento ocorreu nos limites da classe dominante pecuarista, latifundiária e escravocrata. A sua demonstração de força era dada pela capacidade de resistir ao centro, e a justificativa da rebelião passava pelo endosso seletivo das idéias liberais da época, adaptada aos interesses locais. 

O objetivo principal da Revolução Farroupilha foi à luta pelos princípios liberais contra o autoritarismo e centralização do governo, que paradoxalmente existia também na Republica Rio-grandense. 

Texto escrito por Patrícia Barboza da Silva aluna do curso de Historia Licenciatura da Fundação Universidade Federal do Rio Grande. 

Referencias Bibliográfica: 

ALVES, Francisco das Neves. O Manifesto de 1838: a exposição dos motivos Farroupilhas. In: ALVES, Francisco das Neves & TORRES, Luis Henrique (org): Temas da Historia do Rio Grande do Sul. Rio Grande, Editora da Fundação Universidade do Rio Grande, 1994. 
FLORES, Moacyr. Historia do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, Nova Dimensão, 1996, 5ª ed. 
PESAVENTO, Sandra Jatahy. Farrapos, liberalismo e ideologia. In: DACANAL, José Hildebrando (org): A Revolução Farroupilha: História e Interpretação. Porto Alegre, Mercado Aberto, 1997, 2ª ed.

 
Veja +: 

domingo, 19 de setembro de 2010

Homenagens nos 9 anos do "11 de setembro" nos EUA



Nove anos se passaram e a paisagem de Nova York nunca mais foi a mesma sem o World Trade Center. Os americanos hoje estão mobilizados para homenagear os mais de 3 mil mortos nos ataques daquele 11 de setembro de 2001.

O mundo atônito parou. E todos viram dois aviões comerciais, que tinham sido sequestrados, colidirem com as torres gêmeas do World Trade Center. A manhã de 11 de setembro de 2001 marcaria para sempre o início do século 21.

Depois do choque inicial, medo e caça aos terroristas. Segurança reforçada, tropas enviadas ao Afeganistão e os Estados Unidos viram-se ameaçados em seu próprio território, pela primeira vez. Nove anos depois, o republicano George W.

Bush já não está mais no poder. Com a eleição do democrata Barack Obama, o desejo de mudança da maior parte da população dos Estados Unidos se confirmou.

A intervenção militar no Oriente Médio abrandou, mas o terror de futuras ameaças ainda paira sobre uma nação que se percebeu vulnerável. Sob forte esquema de segurança, cerimônias oficiais ocorrem, a exemplo dos anos anteriores, nos locais dos ataques de 2001.

O presidente Barack Obama deve participar da cerimônia no Pentágono. Seu vice, Joe Biden, vai ao Marco Zero, onde ficavam as torres gêmeas. Neste ataque, no coração de Manhattan, morreram 2.752 pessoas naquela manhã de 11 de setembro. 
 Fonte: http://pcbmao.blogspot.com/2010/09/homenagens-nos-9-anos-do-11-de-setembro.html 

Atentados de 11 de Setembro


FAHRENHEIT 9/11 - 2004

Gênero: Documentario
Formato: DvdRip Rmvb
Idioma: Português
Legenda: S L
Tamanho: 350 Mb

Servidor:Rapidshare Parte1Parte2Parte3Parte4
  
Sinopse:
     O diretor Michael Moore investiga como os Estados Unidos se tornaram alvo de terroristas, a partir dos eventos ocorridos no atentado de 11 de setembro de 2001. Os paralelos entre as duas gerações da família Bush que já comandaram o país e ainda as relações entre o Presidente americano, George W. Bush, e Osama Bin Laden.
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